quarta-feira, 9 de setembro de 2026

"O Brasil pegou dinheiro emprestado para comprar a própria independência"

 
















"O Brasil pegou dinheiro emprestado para comprar a própria independência"

...Sim, afinal, nada é de graça!

🇧🇷📜💰

RM.


...


"O 7 de setembro de 1822 não encerrou nada.

Portugal simplesmente não reconheceu.

O que veio depois foram quase 3 anos de negociação diplomática, arrastada entre Londres, Lisboa e o Rio de Janeiro, com a Inglaterra atuando como mediadora.

A Inglaterra tinha interesse próprio. Queria vantagens comerciais no Brasil, mas era aliada tradicional de Portugal e não queria brigar com Lisboa. Então se colocou no meio.

Em 29 de agosto de 1825, foi assinado no Rio de Janeiro o Tratado de Paz, Amizade e Aliança.

Só ali Portugal aceitou o Brasil como império independente.

E o acordo tinha preço.

O Brasil concordou em pagar 2 milhões de libras esterlinas a Portugal, e D. João VI recebeu o título honorário de Imperador do Brasil.

O problema é que o Tesouro brasileiro estava zerado. O país não tinha esse dinheiro.

A saída foi levantar o valor no mercado financeiro de Londres.

E aqui está o detalhe que quase ninguém conta. Portugal já devia mais de 2 milhões de libras à própria Inglaterra.

Segundo o material da Prefeitura do Rio de Janeiro sobre o tema, o dinheiro nem chegou a sair dos cofres ingleses.

Ao Brasil coube pagar os juros e o serviço daquela dívida.

Vale uma correção, porque essa parte costuma sair errada por aí. Não foi esse acordo que criou a primeira dívida externa brasileira. O país já tinha recorrido ao mercado londrino em 1824, com seus primeiros empréstimos públicos externos.

O que o tratado de 1825 fez foi aprofundar essa exposição ao capital britânico.

E teve mais uma coisa. Portugal não foi o primeiro país a reconhecer a independência do Brasil. Foi um dos últimos.

Os Estados Unidos reconheceram em 1824. México e Argentina em 1825. A França foi o primeiro país europeu.

Portugal só reconheceu quando recebeu a conta.

Você aprendeu na escola que a independência foi paga?

*Imagem ilustrativa gerada por IA"

Fonte: História Ilimitada (Facebook)

#7desetembro

#HistoriaDoBrasil

#independenciadobrasil

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Rainha Carlota Joaquina por IA


















Rainha Carlota Joaquina por IA

...Disse ou não disse?.. Limpou os pés com pó do Brasil?

...Provavelmente,não...

🗨️👑📜⌛

RM.


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"“Desta terra eu não levo nem o pó”: Carlota Joaquina realmente sacudiu os sapatos ao deixar o Brasil?

A cena é perfeita demais para ser esquecida — e talvez perfeita demais para ser verdadeira. Ao deixar o Brasil em 1821, D. Carlota Joaquina teria batido os sapatos contra a amurada do navio e declarado: “Desta terra eu não levo nem o pó”. A imagem atravessou gerações e parece resumir todo o desprezo que a rainha supostamente sentia pelo país onde vivera durante treze anos. O problema é que, quando procuramos essa história nas fontes próximas aos acontecimentos, os famosos sapatos simplesmente não aparecem.

Não há dúvida de que Carlota desejava regressar à Europa. Sua permanência no Rio de Janeiro, iniciada com a transferência da corte portuguesa em 1807-1808, significava afastamento da Península Ibérica e das questões dinásticas espanholas que tanto a interessavam. Em 1813, escrevendo a José Presas, chegou a afirmar que, se permanecesse muito tempo ali, morreria. Assim, quando D. João VI finalmente decidiu retornar a Portugal, em 1821, a rainha certamente não partiu contrariada.

Isso, porém, não prova a célebre cena dos sapatos. A historiadora Francisca Nogueira de Azevedo, que estudou a correspondência de Carlota, encontrou várias tentativas da rainha de deixar o Brasil, mas não uma declaração inequívoca de ódio ao país. Para Carlota, o Brasil parece ter representado sobretudo um exílio político, longe da Espanha e de suas ambições dinásticas.

Jean-Baptiste Debret, que viveu no Rio entre 1816 e 1831, atribuiu à rainha uma frase depreciativa segundo a qual ela teria se alegrado por retornar a uma terra “habitada por homens”. É um testemunho importante, embora publicado anos depois. Ainda assim, mesmo em Debret não aparece a história de Carlota batendo ou limpando os sapatos.

Curiosamente, existe um episódio quase idêntico, mas ligado a outra pessoa. Em 21 de novembro de 1812, Luís Joaquim dos Santos Marrocos, funcionário da Real Biblioteca e profundamente insatisfeito com sua vida no Rio de Janeiro, escreveu à família que, quando pudesse partir, não esqueceria de “limpar as botas à borda do Cais, para não levar o mínimo vestígio da terra”. A frase está documentalmente preservada e foi escrita quase nove anos antes da partida de Carlota.

A semelhança é impressionante. A historiadora Raquel Stoiani chamou atenção para esse paralelo em sua tese de doutorado na Universidade de São Paulo. Não é possível provar que alguém simplesmente transferiu a frase de Marrocos para a rainha, mas a existência desse testemunho anterior torna bastante plausível que tradições diferentes tenham se misturado com o tempo.

E quando os sapatos de Carlota aparecem efetivamente por escrito? Uma das versões mais antigas localizáveis surge apenas em 1911, noventa anos depois dos acontecimentos, num texto de Vieira Fazenda preservado na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Nessa versão, Carlota teria chegado a Lisboa e lançado ao mar os sapatos trazidos do Rio para não pisar Portugal levando nas solas terra brasileira. A frase “Desta terra eu não levo nem o pó” ainda não aparece.

Em 1926, a história já estava diferente. A Revista Marítima Brasileira publicou outra versão, introduzida por um revelador “Conta-se que...”: agora Carlota tirava os sapatos ainda no embarque e os lançava ao mar. Nos anos seguintes, a anedota foi repetida em livros e periódicos, até se transformar em narrativa escolar aparentemente incontestável.

A literatura e o cinema terminaram de fixá-la no imaginário popular. O romance Carlota Joaquina — A Rainha Devassa, de João Felício dos Santos, publicado em 1968, retomou a cena, e o filme Carlota Joaquina: Princesa do Brazil, de Carla Camurati, ajudou a torná-la praticamente inseparável da personagem.

Portanto, Carlota Joaquina realmente bateu os sapatos antes de deixar o Brasil? Até hoje, não existe prova contemporânea segura de que tenha feito isso ou pronunciado a famosa frase. O que podemos afirmar é que ela desejava regressar à Europa, que palavras hostis lhe foram atribuídas por Debret e que, anos antes, Santos Marrocos realmente escreveu que limparia as botas para não carregar consigo a terra brasileira.

A ironia é excelente: o homem que de fato escreveu sobre limpar os sapatos acabou permanecendo no Brasil até morrer. Carlota, que conseguiu voltar à Europa, parece ter herdado os sapatos dele apenas décadas depois — não no cais do Rio de Janeiro, mas nas páginas da memória histórica.

Texto: Renato Drummond Tapioca Neto

Imagem: Cena gerada por I.A."

Fonte: Rainhas Trágicas - Mulheres, Guerreiras, Soberanas (Facebook)

https://www.facebook.com/share/1GvgWgBiRn/

#CarlotaJoaquina

#HistóriaDoBrasil 

#FamíliaRealPortuguesa

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

O Grito do Ipiranga: Independência ou Morte Versão IA

















"O Grito do Ipiranga: Independência ou Morte!"

IA moderna resolveu o enigma ... Realidade X Ficção!

Bom Feriado! Feliz 7 de Setembro!

🇧🇷 ⌛🤖

RM.

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"Há 204 anos, o Brasil tornou-se independente — mas a cena real do 7 de Setembro foi muito menos gloriosa do que aquela que aprendemos a enxergar.

Não havia um príncipe impecável sobre um magnífico cavalo de guerra, nem uma formação cinematográfica de soldados de uniformes imaculados, como na monumental tela "Independência ou Morte!", de Pedro Américo. Na tarde de 7 de setembro de 1822, D. Pedro tinha 23 anos, regressava de Santos para São Paulo por uma estrada difícil, viajava sobre uma mula, como era mais adequado aos caminhos da região, e enfrentava uma forte indisposição intestinal, descrita nos relatos como diarreia ou disenteria. A imagem consagrada seria construída muito depois: Pedro Américo concluiu sua pintura em 1888, 66 anos após o acontecimento, compondo não uma reprodução fotográfica do Ipiranga, mas uma pintura histórica destinada a transformar aquele momento em um grande mito visual da fundação da nação.

A realidade era consideravelmente mais humana. D. Pedro vinha de uma viagem exaustiva e, segundo o relato atribuído ao padre Belchior Pinheiro de Oliveira, que o acompanhava, seu problema intestinal obrigara-o inclusive a parar à margem do Ipiranga para satisfazer necessidades fisiológicas. Estavam próximos do príncipe, entre outros integrantes da comitiva, o próprio padre Belchior, o major Antônio Ramos Cordeiro, o correio Paulo Bregaro e o criado João Carlota. Foi naquele caminho rural dos arredores de São Paulo, e não no cenário grandioso que a memória posterior nos ensinou a imaginar, que chegaram as notícias capazes de precipitar a ruptura. 

Os documentos trazidos do Rio de Janeiro revelavam que as Cortes portuguesas continuavam tentando reduzir a autonomia conquistada pelo Brasil e esvaziar a autoridade do príncipe. No Rio, D. Leopoldina, que exercia a regência durante a ausência do marido, havia presidido em 2 de setembro uma reunião extraordinária do Conselho de Estado e apoiava decididamente a separação. Junto às notícias de Lisboa seguiram para D. Pedro as cartas de Leopoldina e de José Bonifácio de Andrada e Silva, seu principal ministro. A documentação oficial confirma que ambos o pressionavam a não se submeter às novas determinações portuguesas e a consumar o rompimento.

D. Leopoldina advertia ao marido que o momento chegara: “O pomo está maduro, colhei-o já, senão apodrece.” José Bonifácio, por sua vez, defendia abertamente a separação. D. Pedro teria ficado furioso ao conhecer as determinações vindas de Portugal, tomando os papéis, amarrotando-os e lançando-os ao chão. Voltando-se então para Belchior, perguntou: “E agora, padre Belchior?” O religioso teria respondido que já não havia outro caminho senão a independência. 

Foi então que a cena começou a adquirir a dimensão que entraria para a História. De acordo com o testemunho de Belchior — registrado posteriormente e, por isso, tratado pelos historiadores com a necessária cautela quanto às palavras exatas — D. Pedro caminhou alguns passos, tomou sua decisão e anunciou a ruptura. Outros relatos posteriores também associariam aquele momento à fórmula que acabaria eternizada: “Independência ou Morte!” O marco político do 7 de Setembro consolidou-se precisamente naquele encontro entre as notícias que chegavam de Lisboa, a atuação de Leopoldina e Bonifácio no Rio de Janeiro e a decisão tomada pelo príncipe na estrada do Ipiranga. 

Depois disso, D. Pedro prosseguiu para São Paulo. A Independência, naturalmente, não nasceu nem terminou naquele único instante: foi resultado de um processo político iniciado anteriormente e ainda exigiria conflitos, negociações, guerras nas províncias e a construção de um novo Estado. O próprio 7 de Setembro somente ganharia a centralidade simbólica que possui atualmente ao longo do século XIX e não naquele instante. Hoje, é um feriado nacional, celebrado no nosso calendário de comemorações cívicas. 

Foi justamente nesse processo de construção da memória que surgiu a imagem que hoje quase todos associamos ao nascimento do Brasil. Quando Pedro Américo pintou Independência ou Morte!, D. Pedro já estava morto havia mais de meio século. A obra foi concebida para o Monumento do Ipiranga e concluída em Florença em 1888. O artista substituiu a precariedade da estrada pela monumentalidade, a mula pelo cavalo, a pequena comitiva por uma espetacular massa de cavaleiros e a roupa de viagem pela aparência marcial de um soberano. Estudos do Museu Paulista mostram como a obra e suas incontáveis reproduções acabaram tornando-se parte central do imaginário social brasileiro sobre a Independência.

A História, porém, não perde grandeza quando retiramos dela o verniz romântico. Talvez ganhe humanidade. Há 204 anos, às margens de um pequeno riacho e numa estrada dos arredores de São Paulo, um jovem príncipe de 23 anos, cansado da viagem, adoentado, montado numa mula e cercado por poucos homens recebeu cartas que colocavam diante dele uma escolha política decisiva. Leu, irritou-se, consultou quem estava ao seu lado e decidiu romper com Portugal. A pintura transformaria aquele instante em epopeia; a memória nacional transformaria a epopeia em símbolo. Por trás de ambas permanece um acontecimento muito mais imperfeito, complexo e humano — o 7 de setembro de 1822, marco da Independência do Brasil.

Texto: Renato Drummond Tapioca Neto

Imagem: Cena acima criada por simulação de I.A., com base nos relatos do acontecimento. Abaixo, a tela "Independência ou Morte!" (1888), de Pedro Américo, em exposição no Museu Paulista da USP."

Fonte: Rainhas Trágicas - Mulheres, Guerreiras, Soberanas (Facebook)

 https://www.facebook.com/share/1FdSn7mXra/

#7DeSetembro

#GritoDoIpiranga

#IndependênciaDoBrasil 

domingo, 6 de setembro de 2026

Chess - Chuva - Coffee


 


































































Chess - Chuva - Coffee 

♟️🌨️☕

+ 🍷

RM.
 

#chess
#échecs
#oxadrez

sábado, 5 de setembro de 2026

Xadrez da Rainha Gulliver


 



































♟️ Xadrez da Rainha 👑

📦 Correio da Alegria hoje ! 😃

Chegou meu Xadrez da Rainha Gulliver !

Relançamento, daquele dos anos 70 com o Rei Arthur, Bispos, Cavalos e tudo mais em formato de belíssimas miniaturas de plástico resistente de alta qualidade como só a marca sabe fazer! (Apenas foi rebatizado como; 'Da Rainha'! Mas é o mesmo! Atualizaram o nome, né? Afinal, hoje em dia está na moda 'A Rainha!'). As cores escolhidas estão lindas (Um amarelo dourado e cinza chumbo bem fortes, saltam aos olhos!), sem rebarbas nas pontas ou figuras tortas, e relevos bem detalhados!

Quem conheceu a primeira edição antiga e não o teve ou tem mais, porém lembra dele... Sua chance é agora, recomendo fortemente! (Coisa de colecionador no Brasil!)

Maaas... Vamos lá... Não posso deixar de criticar... 

Que embalagem foi essa, hein dona Gulliver? Horrível! E não me entendam mal, não foi pela estética do layout (Esse, pelo contrário, está muito bom!), mas pela qualidade de design mesmo! Não há um insert ou berço, as peças vêm soltas dentro de um saco plástico, o manual com letras miúdas é uma cópia de papel offset PB, a caixa veio amassada e o pior; sem tabuleiro! O que seria o tabuleiro é a contra parte do outro lado da caixa e que está errado!!! Faltou uma linha de quadrados no formato quadrado original de 8x8 do jogo!!!

Aff!... Péssimo!.. Uma coisa básica da estrutura do jogo que qualquer um que  joga identificaria... Compreendo que a empresa passou recentemente por problemas estruturais e econômicos graves e prioriza conteúdo material interno e não embalagem, mas nesse caso não havia jeito... Assim, dá a impressão de que foi projetado por alguém que nunca jogou xadrez na vida! 😧🥴

Bom, mas fora isso, está tudo Ok! 

É um grande lançamento!

♟️🎲👍🏻

RM.


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"O Xadrez da Rainha da Gulliver é um clássico jogo de tabuleiro com 32 peças em plástico resistente, muito famoso tanto pelas edições tradicionais quanto por modelos clássicos e retrôs (como os dos anos 70 com estilo medieval). É ideal para lazer, raciocínio lógico e colecionadores.

Características Principais:

Material das peças:

Plástico resistente em duas cores contrastantes (geralmente preto e branco ou marfim e marrom).

Componentes comuns: 32 peças de xadrez e acompanhadas de um tabuleiro.

Conjuntos retrô (como os das décadas de 1960 e 1970), edições temáticas marcantes — a exemplo do famoso xadrez inspirado na lenda do Rei Arthur — em figuras miniaturas tridimensionais."

Fonte: Gulliver 

@guliiverbrinquedos

https://gulliver.com.br/


#xadrez

#xadrezdarainha

#xadrezemminiaturas

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Xadrez Chinês


 









Xadrez 

China

♟️🇨🇳

RM.


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xadrez

chess

échecs

ajedrez

schachi 

schach

szachy

棋(Qí)

σκάκι(skáki)

шахматы (shakhmaty)

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Kherima


 















Kherima 

Kherima, a Múmia do Museu Nacional RJ

"...Kherima fascinava os observadores, inspirava contos, livros e lendas e, segundo se dizia, era até mesmo capaz de “provocar transe” nos visitantes..."

...Então, esse "Transe" era verdade...

Ela falou comigo, me chamou pelo nome...

Ou alguma outra coisa que não sei explicar, aconteceu...

Mas foi super legal!

Ela foi carinhosa!

Zero medo!

👻⏳📜

RM.


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"Há oito anos, em 2 de setembro de 2018, um incêndio devastador consumia o Palácio de São Cristóvão, sede do Museu Nacional da UFRJ, destruindo um dos maiores patrimônios científicos e culturais da América Latina. Entre as perdas irreparáveis acarretadas pelo episódio estava “Kherima”, um dos itens mais singulares da coleção egípcia da instituição.

Kherima era a denominação informal dada a uma múmia de uma mulher que viveu em Tebas no começo da Era Comum. As características de seu processo de mumificação a tornavam uma das múmias mais raras do mundo — uma de apenas oito exemplares conhecidos. Kherima fascinava os observadores, inspirava contos, livros e lendas e, segundo se dizia, era até mesmo capaz de “provocar transe” nos visitantes.

A múmia Kherima atravessou mares e oceanos, visitou três continentes e resistiu ao teste do tempo por 2.000 anos. Não sobreviveu, entretanto, às consequências do subfinanciamento crônico e das políticas de austeridade fiscal que levaram ao sucateamento das universidades federais.

A história de Kherima é o tema do artigo de hoje para o Opera Mundi. Confira o texto no link:

https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/kherima-a-historia-da-mumia-destruida-no-incendio-do-museu-nacional/"

Fonte: Pensar a História 

https://www.facebook.com/share/1BxpYjPYya/

@museunacionalufrj


#ufrj

#museunacional 

#mumiasdoegitomuseunacional



quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Paul Anka


 
















Paul Anka

O verdadeiro garoto autor de músicas de sucesso de Frank Sinatra!

Pois talento é talento, não importa de quem venha...

😉🎤🎶

RM.


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"Aos 16 anos, Paul Anka tomou uma decisão que poderia ter parecido irresponsável para qualquer adolescente: faltou à escola, entrou sozinho em um avião e foi para Nova York levando apenas algumas gravações e a certeza de que precisava fazer sua música ser ouvida.

Nascido em Ottawa, no Canadá, Paul ainda era praticamente desconhecido quando decidiu tentar a sorte nos Estados Unidos. Não tinha contatos importantes nem garantia de sucesso. Tinha apenas algumas demos, coragem e um sonho que parecia grande demais para alguém tão jovem.

Mas havia outra coisa por trás daquela determinação: uma paixão não correspondida.

Paul estava apaixonado por Diana Ayoub, uma garota mais velha de seu bairro. Sem saber como transformar aquele sentimento em alguma coisa real, fez o que sabia fazer melhor. Sentou-se ao piano e escreveu uma música para ela.

Com 100 dólares emprestados por um tio, conseguiu gravar a canção e começou a procurar gravadoras em Nova York. Bateu de porta em porta e ouviu vários “nãos”. Para muitos executivos, era difícil acreditar que um estudante pudesse escrever uma música capaz de alcançar milhões de pessoas.

Até que Don Costa, produtor da ABC-Paramount, resolveu apostar naquele garoto.

A música se chamava “Diana”.

Quando foi lançada, em 1957, tornou-se um fenômeno. A canção alcançou o topo das paradas em vários países e vendeu milhões de cópias. Paul Anka, que pouco antes ainda estava na escola, havia se transformado em uma estrela internacional.

Mas seu maior sucesso como compositor ainda estava por vir.

Anos depois, Paul se aproximou de Frank Sinatra, que naquele período começava a questionar o rumo de sua carreira e até cogitava se aposentar. Anka percebeu que havia ali uma história que poderia ser transformada em música.

Ele conseguiu os direitos da canção francesa “Comme d'habitude” e, em uma viagem de avião para a Califórnia, começou a imaginar uma letra que pudesse representar Sinatra olhando para a própria vida, para suas escolhas, seus erros e suas conquistas.

Foi então que escreveu “My Way”.

A versão gravada por Sinatra, lançada em 1969, tornou-se um clássico mundial e passou a ser associada à própria identidade do cantor. A música atravessou gerações e permanece reconhecida décadas depois.

E tudo isso começou com um garoto de 16 anos que faltou à escola, pegou um avião e foi atrás de uma oportunidade.

A primeira grande música nasceu de um amor que não deu certo. A segunda veio da capacidade de transformar a experiência de outro homem em uma canção que parecia feita para ele.

Paul Anka descobriu muito cedo que nem sempre aquilo que nos decepciona representa o fim de alguma coisa.

Às vezes, é justamente dali que começa a história que nunca imaginamos viver."

Fonte: Library and Archives Canada — Paul Anka e sua trajetória musical

Fonte: Canadian Encyclopedia — Paul Anka

Fonte: Songwriters Hall of Fame — Paul Anka

Fonte: Frank Sinatra Enterprises — “My Way” e a carreira de Frank Sinatra

Fonte: Billboard — histórico de “Diana” e Paul Anka

Fonte: Rock & Roll Hall of Fame — Paul Anka e a música popular

Fonte: Ottawa Citizen — Paul Anka e suas origens em Ottawa

Fonte: História Perdida (Facebook)

https://www.facebook.com/share/1Crvp39nii/


#myway

#paulanka 

#paulankaautormusical


terça-feira, 1 de setembro de 2026

Top 10 Melhores Jogos de Atari 2600

 


















Top 10 Melhores Jogos de Atari 2600


1.Pitfall!

2.River Raid

3.Enduro 

4.Aventure

5.Space Invaders

6.H.E.R.O.

7.Ms.Pac Man

8.Yars'Revenge

9.Keystone Kapers

10.Asteroids


Concorda?

Eu concordo com a lista em parte, os primeiros sim, mas outros não, e discordo das posições (Principalmente as últimas).

📺👾🕹️

RM.

Fonte: Games Nostalgia Oficial 

@gamesnostalgiaoficial


#atari2600

#atarigames

#top10jogosatari

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Lobão - O Rock Errou (1986)


 















Lobão - O Rock Errou (1986)


1. "Abertura (Instrumental)"

2. "O Rock Errou"

3. "A Voz da Razão"

4. "Baby Lonest"

5. "Spray Jet"

6. "Moonlight Paránoia (Seasons of Wither)" Joe Perry/Steven Tyler/Versão: Lobão/Bernardo Vilhena/Júlio Barroso

7. "Revanche"

8. "Noite e Dia"

9. "Canos Silenciosos"

10. "Glória (Junkie Bacana)"

11. "Click"