quinta-feira, 20 de maio de 2010

500 anos de mulheres na arte

 







 Belíssima montagem em vídeo sobre a evolução da imagem da mulher na História da Arte! 


 Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=l3Nd9UKZlpQ&feature=player_embedded

domingo, 16 de maio de 2010

Feedback song for a dying friend - Legião Urbana

 






Feedback song for a dying friend - Legião Urbana

"Feedback song for a dying friend"
(Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá) © 1985

Soothe the young man's sweating forehead
Touch the naked stem held hidden there
Safe in such dark hayseed wired nest
Then his light brown eyes are quick
Once touch is what he thought was grip
This not his hands those there but mine
And safe, my hands do seek to gain
All knowledge of my master's manly rain
The scented taste that stills my tongue
Is wrong that is set but not undone
His fiery eyes can slash my savage skin
And force all seriousness away
He wades in close waters
Deep sleep alters his senses
I must obey my only rival ―
He will command our twin revival:
The same
Insane
Sustain
Again
(The two of us so close to our own hearts)
I silenced and wrote
This is awe
Of the coincidence


"Canção retorno para um amigo à morte"

Alisa a testa suada do rapaz
Toca o talo nu ali escondido
Protegido nesse ninho farpado sombrio da semente
Então seus olhos castanhos ficam vivos
Antes afago pensava ele era domínio
Essas aí não são suas mãos são as minhas
E seguras, minhas mãos buscam se impor
Todo conhecimento do jorro viril do meu senhor
O gosto perfumado que retém minha língua
É engano instalado e não desfeito
Seus olhos chispantes podem retalhar minha pele bárbara
Forçar toda gravidade a ir embora
Ele vadeia em águas fechadas
Sono profundo altera seus sentidos
A meu único rival eu devo obedecer
Vai comandar nosso duplo renascer:
O mesmo
Insano
Sustenta
Outra vez.
(os dois juntos junto de nossos próprios corações)
Calei e escrevi
Isto em reverência
Pela coincidência


"O dia em que traduzi Renato Russo - Por: Millôr Fernandes 

Meu cartaz aumentou muito com a galera da faixa etária entre 15 e 20 anos, depois que Renato Russo me citou duas vezes em seus shows, como guru não sei de quê. Não muito tempo depois, José Costa Netto, meu advogado e agente de direitos autorais, me telefonou dizendo que Russo queria que eu ― profissionalmente ― traduzisse um poema (musical) dele. Recusei, achando que fosse tradução do português pro inglês. Não acredito em quem faz traduções pra outra língua que não a sua. (Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo, tradução pro inglês feita por ele mesmo, tradução que não li, mas me dizem excelente, é exceção. Mas com maluco não só não se discute como é melhor não estabelecer regras). De pura curiosidade pedi pra ler o poema. Minha estranheza foi enorme ― o poema, dedicado a um grande amigo dele, Cazuza, era denso, misterioso, cheio de sub-intenções, e em excelente inglês. Como uma pessoa que escrevia inglês assim me pedia para fazer a tradução? De qualquer forma topei traduzir, depois que o agente combinou o preço, altamente profissional. Altamente profissional, também, Renato Russo não hesitou diante do preço, bem, os da Legião Urbana não sabiam se o último show deles tinha 10 ou 60.000 espectadores. Traduzir o poema era tarefa delicada, a começar pelo título "Feed-back for a dying young man". Qualquer tradutor desprevenido não perceberia que feed-back aí era um jogo de palavras entre o retorno emocional que o poeta fazia, com o retorno musical comum na música grupal ― quando um músico "solicita" a resposta do outro, tipo jam session. A palavra podendo significar ainda retorno de som, aquele que dá microfonia. E seria lamentável traduzir dying por moribundo, palavra que indica instantes finais e soturnos, e não, como alguém à morte, morte esperada mas sem tempo definido pra chegar, a palavra conservando ainda o lastro romântico das damas das camélias. Porém, traduzido o poema, sendo o poema audacioso e seu autor vivo, entrei em contato com ele para aprovação. Renato não corrigiu uma palavra. Apenas, aqui e ali, murmurava, perplexo e escandalizado: "Deus, do céu, eu escrevi isso?", confirmando a minha tese de que não há bilingue. Só quando ouviu em sua própria língua o que tinha escrito em inglês, Renato percebeu a audácia do que dizia. Do lado de cá o surpreendido era eu. Com toda razão tendo opinião não muito lisonjeira a respeito do nível intelectual da maioria dos roqueiros, fui ficando admirado com a sutileza e justeza das observações de Renato e da perfeição com que ele citava coisas em inglês ― incluindo Shakespeare. Seu inglês era, definitivamente, melhor do que o meu. Até hoje não entendi por que me pediu a tradução. O poema foi incluído num de seus últimos CDs.

Millôr Fernandes"

Texto de Diogo Salles do Site Digestivo Cultural. Foi reproduzido como homenagem aos 50 anos de nascimento de Renato Russo, e também lembrando os 20 anos da morte de Cazuza.

Fonte: http://www.digestivo.com.br/

sábado, 15 de maio de 2010

SAM - Segredo das Artes Marciais

 






Programa Documentário SAM - Segredo das Artes Marciais - Parte 1/6 

Confesso que esse tema também me encanta, pois afinal, estas também são consideradas formas artísticas com a diferença que servem para outros propósitos. Conheci esse documentário pela Televisão no Canal TNT que exibiu algumas partes dele. Mesmo para aqueles que não se interessam pelo assunto e não gostam de assistir violência na TV, eu o recomendo. Trata-se de um documentário minucioso sobre os efeitos físicos gerais dessas técnicas no organismo humano, na saúde de se fazer uma atividade física e mesmo na forte cultura por trás delas. Utilizando da moderna tecnologia de captação e medição de movimentos e golpes, o documentário derruba mitos e tira a prova dos nove da eficiência dessas lutas, assim como também a milenar técnica de utilização das armas tradicionais de batalhas corporais, como por ex.: as armas brancas. Perguntas do tipo: Qual é a melhor arte marcial? Qual a mais completa? Qual é o golpe mais letal e indefensável? E as armas? Qual é a de natureza mais eficiente e qual é sua melhor forma/técnica de utilisá-la? São respondidas. Na tentativa de concluir essas questões que os velhos orientais à séculos se fazem, é que os cientistas e a tecnologia contemporânea foi tentar, talvez pela primeira vez, analisar. Vale a pena conferir. 

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=GhS8JM6vZZ8

quinta-feira, 13 de maio de 2010

À l'ataque!"

 







R.Menicucci 
Série, nº 6 


E já que o assunto 'Guerra' tem permeado esse blog (devo estar passando por uma invisível, ou foi o dia de São Jorge ou o mês de março, marte, não sei...), mais uma direto do passado do meu sketchbook. Lendo em um belo dia de sol sobre a 1ºGM, os efeitos do gás mostarda utilizado e das trincheiras, saiu isso...

terça-feira, 11 de maio de 2010

The Pacific

 






 The Pacific 


Está passando no canal de televisão fechado HBO, a badalada e mais cara mini-série da televisão norte-americana: The Pacific. Uma produção de Steven Spielberg e a Dreamworks em parceria com Tom Hanks e a Playtone, a série conta várias histórias de guerra durante a invasão americana nas ilhas do Oceano Pacífico e o feroz combate contra o Império Japonês durante a 2ºGM. Sendo essa a segunda parceria no tema e em séries desses dois grandes produtores, ruim não poderia ser. A primeira série deles juntos; Band of Brothers, já tinha mostrado o grande potencial do tema em programas para a TV, agora, eu acho que é uma certeza! Desde a abertura até a música, efeitos sonoros, tudo está belíssimo e bem acabado (e tudo isso com a característica liberdade da HBO no tratamento da violência, erotismo e outros temas polêmicos que não vemos em outros canais). Recomendo, pra quem tem estômago e curte o tema, enfaticamente! A HBO já tinha mostrado qualidade para suas famosas séries mas as últimas e mais recentes, como a também excelente True Blood, estão arrasando! 



The Pacific 
HBO Miniseries 540 minutes 
Gênero: Guerra 
Escrito por: Bruce McKenna Robert Schenkkan Graham Yost George Pelecanos Larry Andries Michelle Ashford 
Dirigido por: Tim Van Patten David Nutter Jeremy Podeswa Graham Yost Carl Franklin Tony To Produzido por: Steven Spielberg (executivo) Tom Hanks (executivo) Gary Goetzman (executivo) Tony To (co-executivo)Graham Yost (co-executivo) Eugene Kelly (co-executivo) Bruce McKenna (co-executivo) Cherylanne Martin Todd London Steven Shareshian Tim Van Patten (supervisor) George Pelecanos (co-produtor) Robert Schenkkan (co-produtor) Strelando: James Badge Dale Jon Seda Joseph Mazzello 
Musica: Hans Zimmer Geoff Zanelli Blake Neely EUA, United Kingdom, Australia, 2010. 
Site: http://www.hbo.com/the-pacific/index.html

domingo, 9 de maio de 2010

Exposição: Diego Novaes Reitor, política e charges à parte

 





Diego Novaes Reitor, política e charges à parte
 
A partir de 19 abril no hall da reitoria da Cidade Univesitária (UFRJ), Rio de Janeiro. 

OBS: Dando uma força na divulgação da expo de um amigo e grande chargista e ilustrador! Visitem!




 



 Mais detalhes no site: http://diegonovaes.blogspot.com/

quinta-feira, 6 de maio de 2010

RISK

 






RISK 


Jogo de Estratégia, Wargames 
Fabricante: Hasbro
Lançamento no Brasil: 2008 
Tabuleiro de 3-5 jogadores 
Site oficial: http://www.hasbro.com/risk/ 


RISK e os jogos de estratégia 


Continuando o assunto sobre brinquedos, personagens, histórias e jogos, essa postagem vai para aqueles que curtem jogos mais complexos de estratégias e de tabuleiros. Finalmente, chegou no Brasil o RISK! O jogo que deu origem ao WAR, mais conhecido e jogado por aqui no Brasil.

Trata-se do mesmo estilo de jogo, com um tabuleiro mostrando o mapa mundi dividido em continentes e territórios e peças de plástico de cores diferentes simbolizando os exércitos dos jogadores. A dinâmica do jogo é a mesma, cada jogador começa com um número determinado deles e áreas ocupadas, ataca nos dados, as conquista ou não, remaneja forças e passa a vez pra outro até que alguém cumpra o objetivo. No RISK, o que muda são as regras dos objetivos, o combate dos dados, ganho e movimentação de  tropas e sobre os territórios, ou seja, muita coisa perante o WAR que possui regras mais simples e pouco atraentes. No RISK, os objetivos são 4 prioritários e 4 secundários, sorteados e expostos no tabuleiro para serem conquistados por todos (O WAR, pelo contrário, são sorteados como cartas para os jogadores e mantidos em sigilo). Os jogadores têm que completar pelo menos 3 deles e possuir sua capital (cidades e capitais nos territórios, são uma novidade nas regras do RISK. Quem os possuir, tem direito a  colocar neles exércitos extras!). Logo, fica mais difícil coisas do tipo "aliança", combinar objetivos entre os jogadores. Os dados também são diferentes e no RISK eles são 5; até 3 para o ataque e até 2 para a defesa, mais dois dados extras, caso ganhos como bônus por objetivos específicos cumpridos. O jogo possui ainda 3 formas de jogar: Módulo Básico (ou de treino, para menores e iniciantes, acabando assim com a necessidade de se ter um "RISK Júnior" como, por exemplo, no WAR Júnior aqui no Brasil), Sala de Comando (mais completo!) e o Dominação Global (versão do anterior, mas total, dominando o mundo todo! Indicado para aqueles que insistem, como eu, em jogar apenas com 2 jogadores! rsrs). 

Agora o público brasileiro consegue perceber que o WAR, a versão copiada do RISK, foi muito mal feita e elaborada, ficando a dever do original norte-americano. A paulistana GROW, fabricante do WAR, lançou o jogo no mercado brasileiro no início dos anos 70 como o primeiro jogo adulto no país (e talvez isso tenha ocorrido, por causa da política do governo militar de valorização do produto nacional à época, quando por lei, necessitando assim, de uma firma/representação nacional), para competir na área de wargames e jogos de estratégia lançando também pouco depois, outros, como o clássico RPG; Dungeons & Dragons e até a continuação melhorada de WAR II e WAR De Luxo.

Durante muito tempo, a GROW foi bem sucedida justamente pela ausência, dentre outros, do clássico RISK por aqui. Lá fora, ao que parece, o RISK possui inúmeras versões diferentes de regras, temas históricos (ex. RISK Guerras Napoleônicas), suplementos de jogos, diferentes figuras de plásticos/soldadinhos, pacotes de expansão, etc., competindo com outros wargames como o Memoir '44, Tide of Iron e o Axis & Allies. Então, por aqui, o país possui vinte ou mais anos de atraso nessa área de jogos e brinquedos para o público infanto-juvenil e adulto. Uma lástima para nosso mercado e indústria que além de não acreditar em nosso potencial, demonstra total desinteresse na área de entretenimento e diversão, perdendo muito em comércio desses produtos.

O exemplo de alta vendagem do WAR em seus 35 anos de existência e de várias edições (sendo inclusive pirateado e parodiado como o polêmico WAR in RIO), comemorados recentemente também pela GROW com o lançamento de aniversário WAR Império Romano, demonstra claramente que o brasileiro gosta e quer consumir, sim, jogos inteligentes, divertidos, com preços acessíveis e que esse sucesso se dá em todas as idades e camadas sociais.

Bom, agora que já adquiri o meu (comprei alguns acessórios para melhorar seu visual e pretendo jogar com até 6 pessoas! Essa edição só permite até 5), é chamar os amigos e diversão garantida! Só espero que no RISK, apesar de ser um jogo de guerra, não venha "sair na porrada", hehehe... ou "ficar de mal" com nenhum parente ou amigo como ficava nas longas partidas de WAR...

Avante!

RM.


... 



O clássico Jogo RISK em suas edições importadas. Algumas incluindo até 360 miniaturas. De 2 à 6 jogadores. Não lançadas no Brasil:





   



Risk The Game of Global Domination.



 



Risk: Édition Napoléon



 




Risk: The Lord of The Rings The Middle Earth Conquest Game


 

Risk Star Wars Original Trilogy Edition
   

Risk Star Wars The Clone Wars Edition 
   


Risk Halo Wars 


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 "A SHORT HISTORY OF RISK
About 50 years ago, an award winning French film maker Albert Lamorisse created a revolutionary game he called: La Conquete du Monde - loosely translated. "Conquest of the World." Two years later, in 1959, Parker Brothers published the game we all came to know and love as RISK. RISK was absolutely unique because it introduced groundbreaking game concepts. It was the first board game to offer non-linear movement - that was crazy thinking back then. Although the rules were simple enough, the strategies required to win the game were not. RISK pushed the envelope and remained unmatched by any other game on the shelf; quickly becoming a phenomenon with millions of copies sold throughout the world. Since that time, nearly a dozen different variations of RISK have mapped out epic battles in the Star Wars universe, Middle-earth, Narnia, the moon, and various periods in world history. In the game of RISK there are no perfect moves. There are no guarantees. Because everything is at risk!" 


Tradução:
UMA BREVE HISTÓRIA DO RISK
Cerca de 50 anos atrás, um premiado cineasta francês Albert Lamorisse criou um jogo revolucionário que ele chamou: La Conquête du Monde - traduzido livremente "Conquest of the World/A Conquista do Mundo". Dois anos depois, em 1959, a Parker Brothers publicou o jogo que todos vieram a conhecer e amar como RISK. O RISK foi absolutamente único, porque ele introduziu conceitos inovadores de jogo. Foi o primeiro jogo de tabuleiro a oferecer movimento não-linear - o que era impensável naquela época. Embora as regras fossem bastante simples, as estratégias necessárias para vencer o jogo, não. RISK deu um passo além e continuou inigualável por qualquer outro jogo na prateleira, tornando-se rapidamente um fenômeno com milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Desde esse tempo, quase uma dúzia de diferentes variações de RISK têm traçado batalhas épicas no universo de Star Wars, Terra-Média, Nárnia, até na Lua e diferentes períodos da história mundial. No jogo RISK não existem movimentos perfeitos. Não há garantias. Porque tudo está em risco (Risk)! 



Fonte Site da Hasbro/Risk: http://www.hasbro.com/risk/default.cfm?page=history: Outras fontes: http://www.wizards.com/default.asp?x=ah/aa/welcome http://jogowarinrio.blogspot.com/ http://www.grow.com.br/ http://www.fantasyflightgames.com/ http://www.daysofwonder.com/memoir44/en/

quinta-feira, 29 de abril de 2010

G. I. Joe







G. I. Joe ou Comandos em Ação!

...E já que o clima é de nostalgia, aí vai mais uma direto do passado: Os Camandos em Ação ! Qualquer pessoa da minha idade ou até mais velho que foi garoto no Brasil dos anos 80, curtiu esses personagens. Sejam na TV, brinquedos, HQs e álbuns de figurinhas, todos adoravam os G. I. Joe (no nome original). Eu tenho minha coleção de bonequinhos guardados até hoje e lembro com muito carinho e saudade dessa época, brincando com amigos, vendo o desenho animado, colecionando figurinhas, encartes e discutindo os personagens.
Na época em que passava a animação na televisão nas manhãs de domingo, a Rede Globo transmitiu uma única vez, o episódio que é considerado o último do seriado da TV: "Arise, Serpentor Arise!". G.I.Joe-The Movie, trata-se de um longa de animação com quase 2 horas de duração mostrando a queda das temíveis organizações terroristas COBRA e seu famoso Comandante! Recentemente vasculhando esse passado, encontrei sites para baixar as temporadas do seriado e vídeos no Youtube. Aqui em baixo, vocês podem ver a clássica abertura do desenho animado. Sugiro, pra quem for fã, correr atrás das outras temporadas e do filme. Estreou também para cinema o filme Live Action oficial mas desse eu não posso falar porque ainda não o vi. Yoooo Joe!


RM.




























Ilustração: Rafael Menicucci



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Os Bonecos:

Em 1964 a empresa Hasbro lançou o conceito dos bonecos de ação para os meninos, quando Stan Weston, inspirado no programa de TV chamado O Tenente, criou o G.I. Joe (Soldado Zé), um boneco militar com 30 centímetros que possuía 21 articulações e a possibilidade de trocar o uniforme. Até o momento, bonecos era coisa de meninas, mas o articulado para meninos tornou-se um grande sucesso em todo o mundo e em apenas três anos já tinha mais de 75 personagens.
Na década de 1970, G.I. Joe e seu grupo de aliados transformaram-se em aventureiros, lutadores de Kung Fu e até super-heróis, até deixar de ser fabricada em 1978. Em 1982, com uma união Marvel e Hasbro a linha voltou a ser produzida, agora com 10 centímetros, menos pontos articuláveis e cada personagem com uma história própria, sucesso total! No Brasil, o sucesso não foi diferente, quando chegou em 1984 com o título de "Comandos em Ação", conseguindo também grande aceitação junto aos garotos da época, tendo inclusive o lançamento de uma revista em quadrinhos pela editora Marvel e posteriormente relançada pela editora Image comics.














Animação:

As animações usadas nos comerciais de Tv dos bonecos e das revistas, agradaram tanto a garotada que a Hasbro encomendou uma mini-serie à Sunbow Productions em parceria com a Marvel Productions Ltd. . A mini-série em 5 partes, chamada "G.I. Joe: A Real American Hero", tinha ação, um excelente roteiro e o principal: uma vasta galeria de personagens interessantes que a garotada já estava acostumada a consumir. A mini-serie abriu espaço para a produção de uma série animada para a Tv lançada em 1985.
No desenho para a Tv, o grupo de guerrilheiros do G.I. Joe lutam contra o terrorismo, principalmente o causado pelo grupo "Cobra". São tantos personagens que muitos ficaram ao longo da série com apenas pequenas participações em alguns episódios.








A História:

Sob a liderança de Duke, o grupo G.I. Joe combatia a vilania com os melhores guerrilheiros de diversas parte do mundo. Entre os principais personagens que aparecem no desenho estão: Lady Jane, Bazooka, Dusty, Scarlett, Flint, Gung-Ho, Espírito, Hawk, Wild Bill, Law, Beach Head, Falcão, Roadblock, Leatherneck, Cutter, Snake Eyes, Footloose, Sparks, Quick Kick, Deep Six, Mutt, Sargento Slaughter, Heavy Metal, Jinx, Mercenário, Short Fuze, Zap. Também aparecem: Ace, Airborne, Airtight, Alpine, Barbeque, Big Lob, Blowtorch, Breaker, Chukles, Clutch, Dial Tone, Doc, Flash, Frostbite, Grunt, Iceberg, Lifeline, Lift Ticket, Recondo, Red Dog, Rip Cord, Rock n´Roll, Slipstream, Stalker, Steeler, Taurus, Thunder, Stoolboth, Torpedo, Tripwire e Tunnel Rat.
Liderados pelo Comandante Cobra a organização Cobra era formada por combatentes bem treinados com o intuito de promover o terrorismo. Entre os integrantes da força inimiga tínhamos: Destro, Baronesa, Serpentor, Dr. Mindbender, Major Bludd, Ripper, Tomax, Copperhead, Buzzer, Scrap Iron, Caveira, Monkeywrench, Storm Shadow, Pythona, Xamot, Zandar, Firefly, Wild Wiesel, Golobulus, Zarana, Nemesis Enforcer, Thrasher.







No Brasil:

O desenho estreou no Brasil na Rede Globo, no programa infantil Xou da Xuxa, sendo exibido diariamente em meados da década de 1980. Na época alcançou um grande sucesso junto com os comerciais da linha de brinquedos.
Ainda nos anos 80, Comandos em Ação ganhou um horário próprio na programação de domingo da Rede Globo.

O Filme:

Brian Goldner, diretor da Hasbro e um dos produtores-executivos de Comandos em Ação (G.I. Joe), fez importantes revelações sobre o filme.
Primeiramente revelou que o roteiro do filme não é baseado no desenho animado dos anos 80, e sim na clássica série de quadrinhos da Marvel, que teve 155 números. Inclusive Goldner informou que o quadrinista Larry Hama, um dos criadores dos G.I. Joe nas HQs, está trabalhando no roteiro e poderá fazer uma ponta no filme.
Goldner ainda disse que, como nos quadrinhos, será uma história que roda o mundo, há cenas de ação subaquáticas, no deserto, em montanhas e em locais urbanos. Revelou também que no fundo, o filme é todo sobre a ascenção do Comandante Cobra.
A história será ambientada dez anos no futuro. Stuart Beattie escreveu o roteiro, com a colaboração de Paul Lovett & David Elliot e Skip Woods.
Stephen Sommers (A Múmia 1 e 2, Van Helsing) é o diretor e Lorenzo di Bonaventura (Transformers) é o produtor ao lado de Brian Goldner da Hasbro.







Fonte:http://www.infantv.com.br/comandosacao.htm
http://www.youtube.com/watch?v=DN034sBeF4c&feature=player_embedded

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Saving Plastic Mini-Ryan!

 




Saving Plastic Mini-Ryan - Vídeo Little Green Plastic Army Men  



"Saving Little Green Plastic Army Men!" Green Plastic Army Men, G.I. Joe ou simplesmente chamados de Soldadinhos de Plástico aqui no Brasil, não importa o nome, estes brinquedos são queridos da minha infância (e pra quem for mais velho do que eu, com certeza também foram importantes). Navegando pelo YouTube dia desses, eis que me deparo com eles novamente! Fizeram essa ótima adaptação em animação, utilizando eles, de uma das cenas finais do roteiro do filme Saving Private Ryan, ou O Resgate do Soldado Ryan em português, para Saving Plastic Mini-Ryan! O autor do vídeo, ao que parece, chama-se John Ross e foi muito bem sucedido em sua idéia! Me diverti muito! Muito bem executado e engraçado! Sou fan desse tipo de brinquedo até hoje e recentemente estive no comércio à procura deles e descobri um triste fato; eles não são mais tão populares entre as crianças atualmente! Antigamente, nas grandes cidades brasileiras, eram brinquedos baratos e super fáceis de se encontrar. Havia de todos os tipos, formatos e "nacionalidades", como por exemplo; soldadinhos facilmente identificáveis como os alemães, japoneses, ingleses, americanos e soviéticos. Hoje, no entanto, só vendem um tipo e mesmo assim raros, caros e mal fabricados. Triste... Criados mais ou menos entre os anos 50 para substituir os antigos soldadinhos de chumbo que eram mais bonitos, porém perigosos para as crianças que engoliam as peças pequenas correndo riscos de envenenamento pelo chumbo, eles foram lançados, ao contrário, sem nenhuma restrição aparente. Logo, o sucesso foi imediato e outros tipos, poses (os de chumbo raramente alteravam as poses que eram geralmente de cerimônia marcial), cores, acessórios, etc., surgiram para delírio da garotada! Foram muito populares até os anos 70/80, depois disso decaíram. A regra era: os meninos e seus soldadinhos e as meninas e as bonecas bailarinas. Bom, hoje em dia, esses brinquedos estão parecendo cada vez mais com velharias do passado, mais ou menos como aconteceu na época das bonecas de porcelana e os carrinhos de madeira do Séc XIX e início do XX repudiados pela geração do Pós-Guerra. A criançada agora só quer consumir Playstations, XBox, simuladores e jogos em Softwares avançados. Mas a lembrança e o carinho com eles ainda persistem em pessoas como John Ross, EU, o artista apaixonado da foto abaixo, jogadores de wargames, WAR & RISK que utilizam deles nos jogos de tabuleiros, colecionadores que pagam fortunas por eles, artistas e artesãos que fabricam, pintam e os exibem em exposições e tantos outros. Recentemente, ouvi falar que o novo filme da série Toy Story da Pixar, também faz uma homenagem à eles em algumas cenas ou mesmo a campanha publicitária gráfica da série televisiva The Pacific do canal HBO. Também me disseram que os famosos heróis dos anos 80, Os Comandos em Ação ou G.I. Joe's da Cia. Hasbro (no Brasil pela Cia. Estrela), também foram inspirados neles, como uma continuação, versão moderna, mais arrojada e personalizada com história, mocinhos e vilões. Além deles, existiam outros tantos brinquedos do tipo, famosos no período com o plastimodelismo dos modelos Revell em veículos aéreos, marítimos e terrestres. Por isso tudo, eu acho que apesar dos pesares, eles ainda vão ficar por aí com seu espaço garantido durante um bom tempo...

RM.




 



Artista faz performance como soldadinho na escala natural em convenção nos EUA. 



Fontes:http://www.youtube.com/watch?v=7wD5KjY5cww&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=Fef1TdXgj6s&feature=related

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Literatura Brasileira em Quadrinhos!

 







Literatura Brasileira em Quadrinhos! 

Jornal Extra, do Rio de Janeiro, faz promoção com quadrinhos! 
A partir do dia 17/03, todas as quartas-feiras, o jornal Extra, do Rio de Janeiro, oferecerá aos seus leitores a oportunidade de adquirir, por R$ 5,90, um livro da Coleção Literatura Brasileira em Quadrinhos, da Escala Educacional. São dez livros, a começar por O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, cuja adaptação tem roteiro de Ronaldo Antonelli e arte de Francisco Vilachã. Um grande trabalho para os Quadrinhos e a Literatura Nacional! Lá fora, na europa e no resto do mundo, são comuns os jornais fazerem essas promoções com Histórias em Quadrinhos. Infelizmente em nosso mercado, os jornais não costumam abrir espaço para iniciativas semelhantes. Ponto pro jornal Extra! Os demais livros da coleção são: Memórias Póstumas de Bras Cubas, de Machado de Assis, adaptado por Sebastião Seabra; Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, adaptado por Indigo (roteiro) e Bira Dantas (arte); O Cortiço, de Aluísio Azevedo, adaptado por Ronaldo Antonelli (roteiro) e Francisco Vilachã (arte); A nova Califórnia, de Lima Barreto, adaptado por Francisco Vilachã; A Cartomante, de Machado de Assis, adaptado por Jô Fevereiro; O enfermeiro, de Machado de Assis, adaptado por Francisco Vilachã; O Alienista, de Machado de Assis, adaptado por Francisco Vilachã; O homem que sabia javanês, de Lima Barreto, adaptado por Jô Fevereiro; A causa secreta, de Machado de Assis, adaptado por Francisco Vilachã. 

Fonte para consulta: http://extra.globo.com/promocoes/literaturabrasileira/