quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Quem disse, Berenice?


 



















"Quem disse, Berenice?"

...Ooolha... Essa história de amor proibido do imperador Tito eu não conhecia... Famosa,né?Do Levante da Judéia, coroação, desastres, obras públicas e inauguração do Coliseu, já sabia mas da Berenice, não! Daí vem a expressão "Quem disse Berenice?"... (No sentido de "tire seu cavalinho da chuva", não guarde esperanças?)

... Agora, assim, pensa só... Se ela tivesse tido sucesso, e partindo do princípio que eles realmente se gostavam e ficariam juntos, a História inicial de sangue do Cristianismo teria sido diferente! Pois a relação com a Judéia já teria sido diferente! Roma teria tido uma "imperatriz judia"! A tolerância religiosa voltaria, não teríamos as guerras religiosas e principalmente, de cultos orientais, e o cristianismo como uma seita oriunda do judaísmo, também seria talvez melhor tolerado..

As areias do Coliseu não veriam sangue e massacres de comunidades cristãs inteiras como viu depois e etc. Aliás, pouco se fala, mas na sua inauguração pelo Tito, não morreu ninguém! O último dia de confronto final dos dois maiores gladiadores da época foi decretado como empate pelo próprio imperador. O Coliseu no início e reinado de Tito ainda não era esse circo da morte e horrores que se tornou depois.

...Talvez, desde Júlio César, que olhava para Alexandre e em vida também tentou, até ser esfaqueado, por sinal, a abertura com o oriente fosse uma saída para Roma... Bizâncio foi tarde demais... Enfim, especulando e recriando a História...e com muito otimismo...

🤔🫤

RM.

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"O imperador romano Tito teve um relacionamento famoso e polêmico com a rainha judia Berenice (Júlia Berenice), filha do rei Herodes Agripa I.

Eles se conheceram durante a Grande Revolta Judaica (aprox. 67 d.C.), quando Tito era general na Judeia. Berenice, que era da dinastia herodiana e irmã do rei Agripa II, apoiou os romanos durante o conflito.

 Por volta de 75 d.C., Berenice mudou-se para Roma e viveu abertamente com Tito no palácio imperial. 

Eles viviam como marido e mulher, e ela agia como uma consorte influente, o que gerou grande escândalo.

A elite e o povo romano desaprovavam fortemente a união, temendo que Berenice se tornasse uma "nova Cleópatra" (uma rainha oriental influenciando um líder romano).

Devido a essa pressão política e para garantir sua sucessão tranquila ao trono após a morte de seu pai (Vespasiano), Tito foi forçado a mandá-la embora de Roma em 79 d.C., logo após se tornar imperador.

O historiador romano Suetônio resumiu o fim do romance com a famosa frase em latim: "dimisit invitus invitam" (ele a despediu contra a vontade dele e contra a vontade dela)."

Fonte: Presente de Grego (Facebook)

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(Continua nos comentários)


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