Metallica Master of Puppets (1986)
1. "Battery"
2. "Master of Puppets"
3. "The Thing That Should Not Be"
4. "Welcome Home (Sanitarium)"
5. "Disposable Heroes"
6. "Leper Messiah"
7. "Orion (Instrumental)"
8. "Damage, Inc."
...
Metallica Master of Puppets Album 40 Anos: 1986-2026
E outro álbum de peso que está completando 40 anos é o Master of Puppets do Metallica!
Terceiro trabalho da banda, continua e eleva o som pesado do Trash Metal ao status que atualmente chamaríamos de Cult.
Com letras críticas ao sistema e a guerra o Metallica começava a mostrar ao mundo que não era apenas uma banda comercial simples e vazia de conteúdo. Era o início de uma fase brilhante que só terminaria na década seguinte, de excelentes álbuns que os colocaria em definitivo na História da Música Internacional.
Lembro de ver o LP nas lojas e ficar bem impactado com a icônica imagem da capa; o cemitério militar americano com as lápides manipuladas por mãos gigantes acima no céu vermelho, como marionetes. O gênero ainda era muito mal visto e eu muito novo, logo, apesar dessa primeira visão, só fui escutar tempos depois! Então, juntei as informações e entendi o porquê do sucesso. Master of Puppets é um dos melhores álbuns do Metallica, sem dúvida! O último com o baixista Cliff Burton da formação original deles que faleceu em um acidente pouco depois. Mas pessoalmente, ainda gosto mais do "...And Justice For All" o álbum posterior... Apesar de ser difícil fazer essa comparação entre os primeiros álbuns da banda. Todos são excelentes!
...Então, Master of Puppets 40th... Envelheceu muito bem!
Ainda fazendo barulho, ressoando e dialogando como nunca nos tempos bélicos atuais!
RM.
🤘🏻
...
"Há 40 anos cravados, em 3 de março de 1986, o Metallica mudava a história do metal com o lançamento de “Master of Puppets”. O terceiro disco da banda não só consolidou o grupo no cenário mundial como redefiniu o peso, a técnica e a ambição dentro do thrash metal.
Com faixas como “Battery”, “Welcome Home (Sanitarium)” e a faixa-título, o álbum elevou o sarrafo: riffs cortantes, estruturas complexas e letras densas mostraram que o metal podia ser brutal e sofisticado ao mesmo tempo. Foi também o último trabalho com o baixista Cliff Burton, peça fundamental na sonoridade marcante do disco.
Produzido por Flemming Rasmussen, o álbum alcançou status lendário e se tornou o primeiro disco de thrash metal a ser preservado pela Biblioteca do Congresso dos EUA, reforçando sua importância cultural. Recentemente, voltou ao centro da cultura pop, ganhando novo púbico, quando a faixa-título ganhou destaque em uma cena histórica da série Stranger Things, da Netflix.
Quatro décadas depois, o impacto segue intacto. Hoje a 89 A Rádio Rock celebra um álbum que atravessou o tempo, influenciou o mundo e ainda conquista novos fãs no volume máximo. Porque quando “Master of Puppets” começa… ninguém fica indiferente 🤘"
Fonte: 89 FM A Rádio Rock
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