Kherima
Kherima, a Múmia do Museu Nacional RJ
"...Kherima fascinava os observadores, inspirava contos, livros e lendas e, segundo se dizia, era até mesmo capaz de “provocar transe” nos visitantes..."
...Então, esse "Transe" era verdade...
Ela falou comigo, me chamou pelo nome...
Ou alguma outra coisa que não sei explicar, aconteceu...
Mas foi super legal!
Ela foi carinhosa!
Zero medo!
👻⏳📜
RM.
...
"Há oito anos, em 2 de setembro de 2018, um incêndio devastador consumia o Palácio de São Cristóvão, sede do Museu Nacional da UFRJ, destruindo um dos maiores patrimônios científicos e culturais da América Latina. Entre as perdas irreparáveis acarretadas pelo episódio estava “Kherima”, um dos itens mais singulares da coleção egípcia da instituição.
Kherima era a denominação informal dada a uma múmia de uma mulher que viveu em Tebas no começo da Era Comum. As características de seu processo de mumificação a tornavam uma das múmias mais raras do mundo — uma de apenas oito exemplares conhecidos. Kherima fascinava os observadores, inspirava contos, livros e lendas e, segundo se dizia, era até mesmo capaz de “provocar transe” nos visitantes.
A múmia Kherima atravessou mares e oceanos, visitou três continentes e resistiu ao teste do tempo por 2.000 anos. Não sobreviveu, entretanto, às consequências do subfinanciamento crônico e das políticas de austeridade fiscal que levaram ao sucateamento das universidades federais.
A história de Kherima é o tema do artigo de hoje para o Opera Mundi. Confira o texto no link:
https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/kherima-a-historia-da-mumia-destruida-no-incendio-do-museu-nacional/"
Fonte: Pensar a História
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