quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Karl Marx

 



Arte por: Rafael Menicucci 



KARL MARX Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883) foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista. O pensamento de Marx influencia várias áreas, tais como Filosofia, História, Sociologia, Ciência Política, Antropologia, Psicologia, Economia, Comunicação, Arquitetura e outras. Em uma pesquisa da rádio BBC de Londres, realizada em 2005, Karl Marx foi eleito o maior filósofo de todos os tempos. Marx foi o 3º de sete filhos de uma família judia de classe média da cidade de Tréveris, na época no Reino da Rússia. Sua mãe, Henri Pressburg (1771–1840), era judia holandesa e seu pai, Herschel Marx (1759–1834), um advogado e conselheiro de Justiça. Herschel descende de uma família de rabinos, mas se converteu ao cristianismo luterano em função das restrições impostas à presença de membros de etnia judaica no serviço público, quando Marx ainda tinha 6 anos. Seus irmãos eram Sophie (d. 1883), Hermann (1819-1842), Henriette (1820-1856), Louise (1821-1893), Emilie, Caroline (1824-1847) e Eduard (1834-1837). Em 1830, Marx iniciou seus estudos no Liceu Friedrich Wilhelm, em Tréveris, ano em que eclodiram revoluções em diversos países europeus. Ingressou mais tarde na Universidade de Bonn para estudar Direito, transferindo-se no ano seguinte para a Universidade de Berlim, onde o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, cuja obra exerceu grande influência sobre Marx, foi professor e reitor. Em Berlim, Marx ingressou no Clube dos Doutores, que era liderado por Bruno Bauer. Ali perdeu interesse pelo Direito e se voltou para a Filosofia, tendo participado ativamente do movimento dos Jovens Hegelianos. Seu pai faleceu neste mesmo ano. Em 1841, obteve o título de doutor em Filosofia com uma tese sobre as "Diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro".Impedido de seguir uma carreira acadêmica, tornou-se, em 1842, redator-chefe da Gazeta Renana (Rheinische Zeitung), um jornal da província de Colônia;conheceu Friedrich Engels neste mesmo ano, durante visita deste a redação do jornal Em 1843, a Gazeta Renana foi fechada após publicar uma série de ataques ao governo prussiano. Tendo perdido o seu emprego de redator-chefe, Marx mudou-se para Paris. Lá assumiu a direção da publicação Anais Franco-Alemães e foi apresentado a diversas sociedades secretas de socialistas. Antes ainda da sua mudança para Paris, Marx casou-se, no dia 19 de junho de 1843, com Jenny von Westphalen, a filha de um barão da Prússia com a qual mantinha noivado desde o início dos seus estudos universitários. (Noivado que foi mantido em sigilo durante anos, pois as famílias Marx e Westphalen não concordavam com a união. ) Do casamento de Marx com Jenny von Westphalen, nasceram cinco filhos: Franziska, Edgar, Eleanor, Laura e Guido, além de um natimorto. Ao que consta, Franziska, Edgar e Guido morreram na infância, provavelmente pelas péssimas condições materiais a que a família estava submetida Marx também teve um filho nascido de sua relação amorosa com militante socialista e empregada da família Marx, Helena Demuth. Solicitado por Marx, Engels assumiu a paternidade da criança, Frederick Delemuth, e pagando uma pensão, entregou-o a uma família de um bairro proletário de Londres No tratamento pessoal — Leando Konder ressalta — Marx foi produto de seu tempo: "Antes de poder contestar a sociedade capitalista Marx pertencia a ela, estava espiritualmente mais enraizado no solo da sua cultura do que admitiria", e que diante dos padrões da Inglaterra vitoriana mostrou: "traços típicos das limitações de seu tempo". Como moças aristocráticas, suas filhas tinham aulas de piano, canto e desenho, mesmo que não tivessem desenvoltura para tais atividades artísticas. Também em 1843, Marx conheceu a Liga dos Justos (que mais tarde tornar-se-ia Liga dos Comunistas. Em 1844, Friedrich Engels visitou Marx em Paris por alguns dias. A amizade e o trabalho conjunto entre ambos, que se iniciou nesse período, só seria interrompido com a morte de Marx. Na mesma época, Marx também se encontrou com Proudhon, com quem teve discussões polêmicas e muitas divergências. E conheceu rapidamente Bakunin, então refugiado do czarismo russo e militante socialista. No seu período em Paris, Marx intensificou os seus estudos sobre economia política, os socialistas utópicos franceses e a história da França, produzindo reflexões que resultaram nos Manuscritos de Paris, mais conhecidos como Manuscritos Econômico-Filosóficos. De acordo com Engels, foi nesse período que Marx aderiu às ideias socialistas. De Paris, Marx ajudou a editar uma publicação de pequena circulação chamada Vorwärts!, que contestava o regime político alemão da época. Por conta disto, Marx foi expulso da França em 1845 à pedido do governo prussiano. Migrou então para Bruxelas, para onde Engels também viajou.Entre outros escritos, a dupla redigiu na Bélgica o Manifesto comunista. Em 1848, Marx foi expulso de Bruxelas pelo governo belga. Junto com Engels, mudou-se para Colônia, onde fundam o jornal Nova Gazeta Renana. Após ataques às autoridades locais publicados no jornal, Marx foi expulso de Colônia em 1849. Até 1848, Marx viveu confortavelmente com a renda oriunda de seus trabalhos, seu salário e presentes de amigos e aliados, além herança legada por seu pai. Entretanto, em 1849 Marx e sua família enfrentaram grave crise financeira; após superarem dificuldades conseguiram chegar a Paris, mas o governo francês proibiu-os de fixar residência em seu território. Graças, então, a uma campanha de arrecadação de donativos promovida por Ferdinand Lassalle na Alemanha, Marx e família conseguem migrar para Londres. Encontrando-se deprimido por conta da morte de sua esposa, ocorrida em Dezembro de 1881, Marx desenvolveu, em consequência dos problemas de saúde que suportou ao longo de toda a vida, bronquite e pleurisia, que causaram o seu falecimento em 1883. Foi enterrado na condição de apátrida,no Cemitério de Highgate, em Londres. Em 1954, o Partido Comunista Britânico construiu uma lápide com o busto de Marx sobre sua tumba, até então de decoração muito simples. Na lápide encontram-se inscritos o parágrafo final do Manifesto Comunista ("Proletários de todos os países, uni-vos!") e um trecho extraído das Teses sobre Feuerbach: "Os filósofos apenas interpretaram o mundo de várias maneiras, enquanto que o objetivo é mudá-lo."


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx 


OBS: Duas imagens do mesmo desenho. A original em croquis do sketchbook e sua versão em cores arte-finalizada digitalmente.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Noir Police


Por: Rafael Menicucci
Grafite, nanquim e ecoline

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Fashion Rio 2009

 






Rio Fashion Week 2009

Recentemente aconteceu no Rio de Janeiro o Rio Fashion Week 2009. Não sou muito ligado nesse mundo da moda mas como o evento é importante para a cidade e possuo no meu arquivo esse desenho que fiz algum tempo para algo semelhante, acho que vale a pena postá-lo por aqui. Junho e Julho são os meses mais frios do ano na cidade e fica um pouco difícil não falar de moda, tendo em vista a necessidade natural de se vestir mais roupas nessa época do ano. Bom, o resultado disto tudo foi essa imagem logo abaixo:




   



R. Menicucci 



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RIO FASHION GANHA NOVA MARCA RIO - Não ficaram restritas a novo endereço (Cais do Porto) e novo comando (Paulo Borges) as novidades da edição verão 2010 do Fashion Rio. A Semana de Moda Carioca acaba de ganhar uma identidade visual desenvolvida pela equipe OEstudio. A marca reproduz pontos da cidade do Rio, como o Pão de Açúcar. - A inspiração é a cidade em si. Nas suas formas mais puras, complexas e belas. Nela, a moda, como linguagem de comunicação, tem a capacidade de integrar, costurar e alinhar os corpos pensantes que habitam esta cidade - comenta Peter Gaul, um dos integrantes do OEstudio. Peter explicou também o desenho desenvolvido pela equipe, considerada uma das mais criativas do Brasil e que mostra sua coleção de moda na São Paulo Fashion Week no dia 20 de junho. - A forma é o que gostaríamos de ver. Um visual sofisticado, limpo, alegre, interligado e de fácil acesso. É uma compilação geográfica que já está lá por natureza. Aproveitamos uma ferramenta de acesso como o Bondinho do Pão de Açúcar para ilustrar a nossa proposta de transporte de liberdade. http://oglobo.globo.com/cultura/modaVerao2010/mat/2009/06/02/fashion-rio-ganha-nova-marca-756163481.asp

domingo, 14 de junho de 2009

Máfia



Autor: Rafael Menicucci
Grafite, Nanquim e ecoline

O tema dessa ilustração, sobre a Máfia, continua nos blogs de grandes amigos e desenhistas: Vinicius Rucci, Diego Novaes e Tiago Lacerda! Seguem os links:


quarta-feira, 3 de junho de 2009



Sketchbook
Por: R. Menicucci
Aquarela, nanquim e grafite.

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Luto: 1 minuto de silêncio pelos passageiros desaparecidos no acidente do Vôo Rio-Paris do Air Bus AF-447 da Air France.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Forgotten Boys







Forgotten Boys
By: R. Menicucci

Biografia:
Forgotten Boys é uma banda de rock formada em São Paulo na década de 90, influenciada basicamente por Ramones, Iggy Pop And The Stooges, Johnny Thunders e MC5.
A banda Forgotten Boys surgiu em 1997, quando Gustavo Riviera e Arthur Franquini, que cresceram ouvindo MC5, Stooges, Ramones e Johnny Thunders, resolveram montar uma banda e criar uma música que refletisse o tipo de som que gostavam. O resultado foi uma fita demo com o nome de “… cos revenge is sweet”. Após algumas mudanças na sua formação, o Forgotten Boys hoje conta com Gustavo Riviera (vocal e guitarra), Chuck Hipolitho (vocal e guitarra), Flávio Cavichioli (bateria) e Zé Mazzei (baixo).
O primeiro disco da banda, “Forgotten Boys”, foi lançado em 2000 pela gravadora Ataque Frontal. Ainda nesse ano, a banda fez uma turnê nacional com os suecos do Backyard Babies, e na seqüência é gravado “Gimme More”, lançado pela 13 Records, de São Paulo.
Com a repercussão conseguida pelo lançamento de “Gimme More”, em 2003, a banda assinou com a No Fun Records, de Detroit, EUA e teve seu primeiro lançamento internacional. “Gimme More… and More” tem as 6 músicas gravadas para o split com os Killer Dolls como bônus. A versão brasileira para o relançamento de Gimme More foi concebido pela 13 Records, e trás 6 faixas gravadas ao vivo como bônus. Nesse ano, a banda concorreu ao prêmio de “melhor clipe independente” no VMB da MTV.
Seu mais recente álbum, Stand By The D.A.N.C.E, lançado em setembro de 2005, foi recebido com elogios por toda a crítica especializada.
Em 2008, a banda foi selecionada para representar o projeto Levi’s Music, após ter sido classificada unbutton pela Levi's.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Forgotten_Boys
Site oficial: http://forgottenboys.uol.com.br/

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Syd Barrett

 





Syd Barrett - Por: Rafael Menicucci

 
Biografia: 

Roger Keith Barrett (Cambridge, 6 de Janeiro de 1946 — Cambridge, 7 de Julho de 2006), conhecido por Syd Barrett, foi um dos membros fundadores, em 1960, do grupo de rock progressivo Pink Floyd. Originalmente era o vocalista, guitarrista e principal compositor da banda Pink Floyd, principalmente no seu primeiro álbum The piper at the gates of dawn (1967). Foi também o autor dos singles "See Emily Play" e "Arnold Layne", e ainda de dois álbuns a solo. Foi também um guitarrista inovador, um dos primeiros a explorar completamente as capacidades sonoras da distorção e especialmente da recém desenvolvida máquina de eco. Embora a sua atividade na música pop tenha sido reduzida, a sua influência nos músicos dos anos 60 (e das gerações seguintes) especialmente nos Pink Floyd, foi profunda. À medida que a popularidade dos Floyd aumentava, assim como o consumo de drogas psicotrópicas por parte de Syd (especialmente LSD), a sua apresentação nos concertos tornava-se mais e mais imprevisível e o seu comportamento geral um estorvo para o sucesso da banda. Os problemas vieram ao de cima durante a primeira digressão do grupo pelos Estados Unidos no fim de 1967, Syd começou a ficar extremamente difícil e cada vez mais ausente; tendo essa ausência e o seu estranho comportamento começado a causar problemas ao grupo. Contam-se muitas histórias sobre o comportamento bizarro e imprevisível de Syd, algumas delas sem dúvida falsas, mas outras sabe-se que foram verdade. Numa ocasião famosa, no programa de televisão de Pat Boone, recusou-se a fingir que actuava, ficando parado, braços caídos ao longo do corpo e olhando fixamente para a câmara. Noutro incidente bem conhecido, diz-se que antes de entrar em palco Syd teria esmagado uma caixa inteira de tranquilizantes Mandrax, misturando-os com uma grande quantidade creme para o cabelo Brylcreem, depois pôs a mistura sobre a cabeça e colocou-se por debaixo dos projectores de palco; a mistura viscosa derreteu e começou a escorrer pela sua cara dando a aparência desta se estar a derreter. Outra história diz que Syd apareceu no estúdio apresentando aos colegas uma música nova chamada Have You Got It Yet. Conforme ele ia ensinando a canção ao grupo tornou-se óbvio que ele mudava os acordes cada vez que a tocava, tornando impossível a sua aprendizagem. Tem-se afirmado que os seus problemas com a droga não teriam sido apenas da sua responsabilidade, que ele era regularmente 'doseado' (drogado sem seu conhecimento) por "amigos" que lhe davam LSD todos os dias, embora antigos amigos de Syd Barrett tenham desmentido este facto num artigo sobre Barrett publicado no The Observer em 2002. Quaisquer que fossem as causas, o que é certo é que passados apenas dois anos da formação dos Pink Floyd, Barrett abandonou o grupo. Após ter gravado algumas partes do segundo álbum dos Pink Floyd, A saucerful of secrets em 1968 - incluindo Jugband Blues, que faz referências óbvias à sua crescente indiferença em relação à banda - Barrett foi dispensado do grupo. A intenção original era de que Barrett continuasse a contribuir para a escrita e gravação, e como ele era o principal compositor, havia a esperança que ele desempenhasse um papel semelhante ao do líder dos Beach Boys, Brian Wilson, que apesar de ter deixado de actuar ao vivo, tinha continuado a compor para o grupo. Mas Syd cada vez contribuía menos e o seu comportamento era cada vez mais errático, de tal forma que os outros membros do grupo deixaram de convidá-lo para os concertos e sessões de gravação. O grupo contratou um velho amigo de Cambridge, guitarrista, David Gilmour, para primeiro alargar a banda e depois substituir Syd nos concertos, mas depressa se tornou óbvio que Syd nunca mais voltaria. A transição foi fácil pelo facto de Gilmour ser capaz de ocupar o lugar de Syd (foi Gilmour quem ensinou Barrett a tocar guitarra) e que mesmo que ao seu estilo faltasse o experimentalismo atrevido pelo qual Syd era conhecido, era considerado um vocalista e compositor talentoso e um guitarrista dotado. Assim, Gilmour tornou-se um membro permanente da banda, com o baixista Roger Waters a tomar a liderança do grupo. O declínio de Syd teve um profundo efeito na escrita de Gilmour e Waters, e o tema da doença mental e a sombra da desintegração de Syd penetrou nos três álbuns de maior sucesso dos Pink Floyd, The dark side of the moon, Wish you were here e The wall. Syd foi-se retirando do mundo da música aos poucos, embora tivesse feito uma breve carreira a solo editando dois álbuns idiossincráticos mas bastante considerados The Madcap Laughs (1970) e Barrett (1971). A maior parte do material de ambos os álbuns terá sido escrito no seu período mais produtivo (fins de 1966 e princípio de 1967), acreditando-se que terá escrito muito pouco após ter deixado os Floyd. O primeiro álbum apresenta fortes indícios do frágil estado de espiríto de Syd, com faixas como "Dark globe" a mostrarem claramente que, apesar de ele ter bom material para trabalhar, era praticamente incapaz de participar em algumas sessões. O segundo álbum mostra um maior esforço em conseguir um acabamento mais polido. Em ambos os álbuns Syd trabalhou com o empresário dos Floyd, Peter Jenner, com Waters, Gilmour e com membros dos Soft Machine. Syd contribuiu também para a gravação do LP "Joy of a toy" de Kevin Ayers, embora a faixa em que ele tocou guitarra, "Religious Experience (singing a song in the morning)" não fosse comercializada até 2003. Houve algumas sessões para um terceiro álbum que foram abortadas e que segundo se consta terminaram após Syd ter atacado um empregado do estúdio que lhe apresentou umas letras escritas a vermelho, e que Syd presumindo que se tratava de contas para pagar lhe teria mordido a mão[carece de fontes]. Syd passou muitos dos anos seguintes a pintar, e as poucas telas que ele deu ou vendeu são hoje muito valiosas. Syd continuou a pintar e muitas vezes a ouvir música, estando entre os seus favoritos os Rolling Stones, Booker T. & The MGs e compositores clássicos, não tendo dado nenhuma atenção a uma compilação dos Pink Floyd que lhe foi oferecida. Syd continuou a sofrer de doença mental, bem como de problemas físicos provocados por uma úlcera péptica; mais recentemente foi-lhe diagnosticado diabetes. Foi ocasionalmente hospitalizado, existindo muita especulação entre os seus fãs e a imprensa sobre as causas desses internamentos. De acordo com um artigo publicado em The Observer em 2002, Syd não tomava qualquer medicação e especula-se que poderia sofrer de uma forma severa do Síndrome de Asperger. Pese o facto de Syd não ter aparecido ou falado publicamente desde 1973, o tempo não diminuiu o interesse na sua vida e obra, nem o interesse da imprensa na sua história; jornalistas e fãs continuaram a deslocar-se a Cambridge à sua procura, invadindo a sua privacidade. Violão que pertenceu a Syd Barrett e outros objetos ligados a história do Pink Floyd O álbum de 1975 "Wish you were here" foi um tributo a Syd Barrett (que diz-se ter aparecido de surpresa numa sessão de gravação, afirmando estar pronto para trabalhar outra vez); a faixa "Shine on you crazy diamond", que abre e fecha o álbum, fala sobre Syd Barrett, conforme é reconhecido por alguns membros dos Pink Floyd. A faixa " I know where Syd Barrett lives" de Television Personalities é outro tributo bem conhecido. Supostamente, Roger Waters, usou a partida de Barrett e a sua condição, como inspiração para o álbum The dark side of the moon, assim como, terá baseado o comportamento e personalidade de 'Pink', o principal personagem do filme The Wall, na vida real de Barrett. Em 1988 a EMI editou "Opel", um álbum de material não editado de Barrett gravado em 1970. A EMI editou também "The best of Syd Barrett - Wouldn't you miss me?" no Reino Unido em 16 de Abril de 2001 e em 11 de Setembro do mesmo ano nos EUA. Faleceu no dia 7 de Julho de 2006, em Cambridge, aos 60 anos de idade. As causas não foram confirmadas. Especula-se que tenha morrido por complicações relacionadas com a diabetes, enfermidade da qual sofria há anos, embora o jornal inglês The Guardian diga que a causa foi cancro. Apesar de seu funeral ter sido aguardado por inúmeros fãs, somente a família esteve presente na cerimônia. 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Syd_Barrett

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Litogravura

 








PA.10/12 - Lithogravura - Autor: Rafael Menicucci, 2008 
Trabalho realizado na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, primeiro semestre de 2008.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ao Longe (Au Loin)

 









Aquarela 4 - Au Loin

sábado, 16 de maio de 2009

Samambaia



Aquarela 3 - Samambaia